Anatomia do joelho

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Meniscectomia

Tratamento do bloqueio

O Tratamento do bloqueio

01.14.2007

           O tratamento não deve ser diferido. A redução pode ser tentada sob anestesia geral que muitas vezes basta, por si própria, para que se dê a redução da asa de cesto luxada do menisco interno e o joelho retome de imediato a extensão completa.

Se tal não ocorrer, deve-se flecti-lo um pouco, forçando o valgo, a executar movimentos suaves de flexão e extensão, enquanto se lhe associa várias rotações (manipulação dos meniscos segundo o método de Cyriax).

Esta manipulação pretende colocar o fragmento meniscal numa posição que não provoque dor, incómodo ou limitação. Se não obtiver êxito, deve ser operado.

Tratamento

Os objectivos principais do tratamento são o de restabelecer a amplitude de movimento total do joelho, e reequilibrar a força muscular, visando que o paciente volte com segurança e em condições normais, às actividades da vida diária, portanto, é fase fundamental na continuidade do tratamento.

A fisioterapia recomenda-se, para, numa fase inicial, reduzir o edema provocado pela cirurgia, restabelecer a amplitude articular, recuperar a força da articulação do joelho e reestabelecer a propriocepção.

Sintomatologia

01.14.2007

Referencia a uma torção do joelho semi-flectido, com dor súbita e impotência funcional. Dor localizada à interlinha, interna ou externa. Há derrame intra-articular moderado, que se forma lentamente e progride até aos dois dias. A pungição articular revela, geralmente, derrame seroso, ao contrário da ruptura do ligamento cruzado anterior, que forma hemartrose.

Há impedimento doloroso para a carga completa e para a marcha sem claudicação. A palpação revela dor máxima, exactamente na interlinha interna ou externa do joelho. Se a lesão é do menisco interno, existe dor ao varo forçado da articulação e a valgização não provoca dor (Alvim Serra, 2001).

O menisco externo a sintomatologia é contrária, isto é, existe dor no valgo forçado e a varização forçada não provoca dor.