Anatomia do joelho

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Meniscectomia

Biomecânica do joelho

A Biomecânica do joelho

01.14.2007

Joelho

É importante compreender a biomecânica fémuro-patelar ao prescrever exercícios para o joelho em um programa de reabilitação, seja qual for o diagnóstico. A conexão entre as articulações tíbio-femoral e fémuro-patelar não deve ser considerada, nem devem essas articulações ser tratadas separadamente.

A função do mecanismo da articulação fémuro-patelar é influenciada vigorosamente por estabilizadores tanto dinâmicos (estruturas contrácteis comotáticos (estruturas não contrácteis) da articulação. Essa estabilidade baseia-se na interacção entre a geometria óssea, as contenções ligamentares e retinaculares e os músculos.

O joelho é formado pela extremidade distal do fêmur, extremidade proximal da tíbia, patela, ligamentos, meniscos e tendões de músculos que cruzam a articulação. É uma articulação com um só grau de liberdade: flexão e extensão, no entanto podemos observar um segundo grau de movimento; rotação. A rotação apenas é possível associada a flexão do joelho, sendo considerada como um movimento acessório (Kapandji, 2000).

Do ponto de vista mecânico, o joelho é uma articulação muito importante, pois conjuga de uma forma harmoniosa a estabilidade e mobilidade (Kapandji, 2000). Porém como as suas superfícies possuem um encaixe frouxo, condição necessária para uma boa mobilidade, está assim sujeita a entorses e luxações. O joelho trabalha essencialmente em compressão, pela acção da gravidade, ocorrem assim com frequência outras lesões. Lesões traumáticas ou degenerativas.